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domingo, 8 de junho de 2014

Preambulo da guerra das Laranjas

A 10 de Agosto de 1797, falhou a que viria a ser a derradeira tentativa de evitar uma guerra que adivinhava entre Portugal e as forças franco-espanholas que consistia na assinatura dum tratado de paz coma França, desde logo destinada ao malogro porque a questão sem a qual não era possível qualquer entendimento com a França passava pela anulação do tratado com a Grã-Bretanha.

Portugal tentava ganhar tempo na esperança que a sorte da guerra mudasse e que uma derrota da França, acabasse por ser benéfica para Portugal

Depois de várias situações de impasse no inicio de 1800 a guerra parecia eminente devido á deslocação para a fronteira de tropas espanholas, deslocação de mantimentos e de hospitais de campanha.

Em Agosto uma força inglesa ataca tropas espanholas perto de Ferrol, que como se calcula ainda mais indispôs o governo espanhol. Tendo Portugal solicitado ao general Abercombrie estacionado em Gibraltar, auxilio militar , que trouxe a Lisboa, a 8 de Novembro de 1800 alguns navios ingleses e cerca de 1500 homens e a promessa de virem mais

Contudo perante uma epidemia declarada em Cádiz e a chegada de Luciano Bonaparte a Madrid, que promoveu algumas mexidas da condução política da eventual guerra, pareciam afastar no imediato o início da guerra, pelo que o governo inglês decidiu mandar retirar as tropas estacionadas em Lisboa, fazendo-as regressar a Gibraltar.

O nascimento de D.Francisco António Pio

No dia 21 de Março de 1795 nasceu no Palácio de Queluz o primeiro filho varão  de D.João VI e de D.Carlota Joaquina , aquele que se julgou na altura ser o sucessor ao trono, o infante D.Francisco António Pio, príncipe da Beira.

O papa Pio VI foi convidado para padrinho, tendo o convite sido aceite. O baptismo viria a decorrer na sala de música do palácio de Queluz, motivo duplamente festejado, porque para além do próprio baptizado, promoveu um reencontro de Carlota Joaquina com a sua família

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Acontecimentos no ano de 1809-3ªparte

  • A acção determinante do Brigadeiro Silveira
Na sua caminhada para o Porto, as tropas do general Soult, no dia 20 de Março com muito pouco resistência organizada, ocupam Braga apenas 8 dias depois de terem ocupado Chaves.

O objectivo de Soult era o Porto.

 Após a ocupação do Porto, Soult enviou uma força para sul do Douro, mas na região de Trás-os-Montes, as comunicações ao longo da linha do Douro com as forças francesas em Espanha estavam cortadas pelas tropas do brigadeiro Silveira. que fora obrigado a retirar de Chaves, acantonando  as suas tropas em Vila Real mas, assim que soube que Soult se dirigiu para Braga, reuniu as suas tropas, regulares e irregulares, e cercou a guarnição francesa que ali tinha ficado. 

Esta rendeu-se após cinco dias de cerco. Em seguida, Silveira dirigiu-se para Amarante onde, além dos muitos ordenanças que conseguiu reunir na região de Chaves, recebeu também muitos dos fugitivos que tinham escapado do Porto. O seu exército agora contava cerca de 10 mil homens.

As forças do brigadeiro Silveira ocuparam a margem esquerda (Leste) do Tâmega e protegeram com trincheiras e alguns obstáculos as pontes e vaus daquele rio. Quando o destacamento de Loison, que Soult tinha enviado para estabelecer contacto com as forças de Lapisse, chegou ao rio Tâmega encontrou todas as passagens defendidas pelas tropas do brigadeiro Silveira. 

Da resistência colocada ao avanço das tropas francesas, a defesa da Ponte de Amarante foi a acção mais significativa. Entre 7 de Abril e 2 de Maio, as forças portuguesas conseguiram impedir que as tropas francesas passassem para Leste do Tâmega e, igualmente importante, conseguiram imobilizar durante todo aquele tempo uma parte importante do exército de Soult que, depois de reforçado por duas vezes o destacamento de Loison, somava já cerca de 9 mil homens.

As tropas francesas acabaram por passar o Tâmega mas, devido à acção das forças de Silveira e da coluna sob comando de Beresford, que tinha saído de Coimbra no início de Maio e chegado a Peso da Régua a 10, acabaram por ser obrigadas a voltar para trás. No dia 12 de Maio, quando as forças de Wellesley entravam no Porto, Loison iniciava a retirada de Amarante para Guimarães. 

Nesse mesmo dia Soult iniciava a sua retirada em direcção à Galiza.

Fonte Wilkipedia


  • Chegada de Wellsley  a Lisboa
 Arthur Wellesley foi o quarto filho do marquês de Mornington e de Ann Hill, a filha mais velha do visconde de Dungannon. Foi educado em Eton College e na Academia Militar em Angers, na França. Iniciou a sua carreira militar nos aquartelamentos do Regimento 73 na Inglaterra. 

Nasceu na Irlanda em 1769, curiosamente no mesmo ano de Napoleão. e viria a distinguir-se como militar na Índia onde o seu irmão era governador-geral.

Egocêntrico, duro, ultraconservador, seguiu mais tarde a carreira política tendo seguido mais tarde a carreira politica sendo por duas vezes nomeado primeiro-ministro inglês.

Em 1814 foi agraciado com o título de duque de Wellington, tendo desempenhado um papel de grande relevo, na sequência das invasões francesas assumindo o comando das tropas anglo-portuguesas no dia 22 de Março de 1809

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Acontecimentos no ano de 1809-2ªparte

  • Linchamento do general Bernardim Freire de Andrade

Como foi atrás descrito, atendendo ao avanço das tropas francesas em direcção a Chaves, foi decidido pelo general Bernardim Freire de Andrade governador militar do Porto, que vencera os franceses em Caminha e em Cerveira, perante aquela investida para Chaves decide não sair em defesa daquela praça, preferindo o recuo para o Porto.

Dizem que revelando permeabilidade à influência popular, que acusava o general de ter aberto o caminho ao avanço francês, os soldados portugueses prendem o seu comandante, sob a acusação de traição. Após vários incidentes, a situação do general acaba por ser aparentemente resolvida quando o oficial prussiano o barão de Eben que comandava o regimento britânico sediado no Porto, e que consegue salvar  Freire de Andrade das mãos dos amotinados, sob a alegação de o enviar para uma prisão em Braga onde aguardaria julgamento,

Contudo a pequena escolta enviada para o proteger não foi suficiente para impedir a sua captura e posterior linchamento junto à prisão de Braga no dia 18  de Março de 1809.

  • A tomada da cidade do Porto

A situação no país em especial no norte do País era de grande confusão, acusações e condenações à morte sumárias aconteciam por todo o lado, juízes, militares e outras pessoas que se julgassem próximas dos franceses eram linchados  e os seus cadáveres arrastados pelas ruas do Porto e atirados ao Douro.

Enquanto isso as tropas francesas avançavam em direcção aquela cidade, Guimarães, Trofa, e Barcelos foram sendo tomadas pelas tropas de Soult.

A cidade era defendida por cerca de 20 mil homens indisciplinados e mal armados, comandadas pelo bispo D.António de São José de Castro,sendo  que após várias escaramuças e reencontros, as tropas francesas entram na cidade no dia 29 de Março, saqueando-a e proclamando vitória.

Tentando escapar aos ataques da cavalaria francesa, o povo fugia em grande pânico e ao tentar escapar para a margem oposta à cidade ao tentar atravessar a ponte das Barcas que unia as duas margens, atendendo ao peso que sobre ela incidia, desabou arrastando para a morte mais de 4 mil pessoas, muito embora as contas da mortandade pela conquista da cidade apontem para mais de 10 mil pessoas.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A 2º invasão francesa-1ªparte

Entretanto Napoleão entrara em Espanha a 4 de Novembro de 1808 disposto a resolver de vez a questão ibérica trazendo com ele, uma força superior a 200 mil homens.

Esta grande ofensiva dirigida pelo próprio imperador levou Sir John Moore,chefe das forças britânicas na Península, a deslocar a maior parte das forças britânicas existentes em Portugal, para Espanha com o objectivo de, juntamente com os exércitos espanhóis, enfrentar esta ameaça.

A campanha terminou com a retirada das tropas britânicas após a batalha da Corunha (16 de Janeiro de 1809).

Napoleão, entretanto, tinha voltado para França para enfrentar os austríacos que o pressionavam sob a ameaça de invasão. tendo deixado a perseguição do exército britânico a cargo do seu II Corpo de Exército, sob comando do marechal Nicolas Soult.

As ordens que Soult tinha recebido de Napoleão consistiam em marchar em direcção ao Porto após o embarque das tropas britânicas na Corunha, devendo aquela cidade ser ocupada a 1 de Fevereiro.

Quando Soult deixou a Corunha dirigiu-se a Ferrol que se submeteu sem dificuldade a 26 de Janeiro de 1809. À vontade da população em resistir aos franceses, opunha-se a falta de determinação dos comandantes militares. O mesmo sucedeu com Vigo e Tui. No dia 2 de Fevereiro a guarda avançada de Soult chegou à margem norte do rio Minho mas só no dia 16 de Fevereiro, depois de estarem reunidas todas as forças, foi feita a tentativa de entrar em Portugal.

A primeira tentativa de Soult para entrar em Portugal foi levada a cabo entre Camposancos (na margem norte, a cerca de 3 km da foz do rio Minho) e Caminha (na margem sul).

A travessia foi tentada em duas ou três dezenas de barcos de pescadores e, desta forma, apenas podiam ser transportados cerca de 300 homens de cada vez. As forças irregulares portuguesas que vigiavam na margem sul abriram fogo e só três embarcações chegaram ao seu destino com trinta e poucos homens que foram imediatamente aprisionados.

Soult decidiu não fazer outra tentativa de atravessar o Minho e deu ordem às suas unidades para marcharem em direcção a Ourense e daí seguirem em direcção a Chaves pelo vale do rio Tâmega.

Numa viagem marcada por confrontos com os insurrectos espanhóis, as primeiras forças chegaram a Ourense no dia 20 de Fevereiro e encontraram intacta a ponte que lhes permitia atravessar o rio. Só no dia 24 estavam concentradas todas as forças. Soult conservou o seu quartel general em Ourense por mais 9 dias para reabastecer e reparar equipamentos. O avanço para Portugal ficou marcado para 4 de Março.

No dia 4 o exército francês marchou de Ourense para Allariz e daí para Monterrei onde esperou mais três dias para permitir às unidades e trens mais à retaguarda acompanharem o grosso das forças.

No dia 10 de Março retomou a marcha em direcção a Chaves com forças em ambos os lados do Tâmega. As forças espanholas do marquês de La Romana tinham retirado daquela região e o brigadeiro Silveira governador militar de Trás-os-Montes, ficou isolado perante o invasor.

Outras forças portuguesas encontravam-se em Braga e Porto, sob o comando do general Bernardim Freire de Andrade, governador militar do Porto, mas foi decidido que não se juntariam a Silveira.

Perante a impossibilidade de resistir ao invasor, Silveira retirou as suas forças regulares para as posições de São Pedro de Agostém, a sul de Chaves.

No entanto, as numerosas forças irregulares que o acompanhavam bem como parte do Regimento de Infantaria 12 de Chaves, decidiram defender aquela praça. Soult resolveu começar por atacar as forças do brigadeiro Silveira em São Pedro que foram obrigadas a retirar para Vila Real.

Sentindo-se menos protegidos os defensores da praça de Chaves renderam-se no dia 12 de Março. Soult fez de Chaves a sua base para as futuras operações em Portugal.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Acontecimentos no ano de 1808-10ºparte

  • Reestabelecimento da regência
Em 18 Setembro uma proclamação do general britânico Dalrymple, anuncia o reestabelecimento da Regência, para que se possa fazer a transferência do poder em Lisboa do exército britânico para as autoridades portuguesas.

Na constituição da nova Regência são excluídos o principal Castro, Pedro de Melo Breyner e o conde de Sampaio, por suspeitos de excessiva colaboração com os franceses.



  • O exercito português é reestabelecido oficialmente
O exército português é reestabelecido oficialmente, por meio de uma portaria com um Edital anexo, onde se informam os oficiais, os sargentos e os soldados dos locais onde se estão a reorganizar os antigos corpos.
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«Para restaurar as unidades dissolvidas pelos franceses, o exército português é reestabelecido oficialmente, por decreto de 30 de Setembro de 1808, no qual o Príncipe Regente ordena que se formem “todos os Corpos de Infantaria, Cavalaria e Artilharia, que compunham o mesmo exército no tempo que foi completamente desorganizado pelo intruso Governo Francês, e Ordenam que todos os Oficiais, Oficiais Inferiores, Tambores e Soldados se reúnam no espaço de hum mez àqueles Corpos a que pertenciam antes da sobredita desorganização, nos seus antigos Quartéis, declarados na relação junta a este edital.”

e, em edital anexo da mesma data, se informam os oficiais, os sargentos e os soldados dos locais onde se estão a reorganizar os antigos corpos.

  • Regimentos de infantaria
  • 1, 4, 10, 13 e 16 Lisboa;
  • 7 Setúbal;
  • 19 Cascais;
  • 5, 7 e 22 Elvas,
  • 3 Estremoz;
  • 8 Castelo de Vide;
  • 15 Vila Viçosa;
  • 20 Campo-Maior;
  • 2 Lagos;
  • 14 Tavira;
  • 11 Viseu,
  • 23 Almeida;
  • 6 e 18 Porto;
  • 9 Viana
  • 21; Valença;
  • 12 Chaves
  • 24 Bragança.
  • Regimentos de Cavalaria
  • 1, 4 e 7 Lisboa;
  • 10 Santarém;
  • 8 Elvas;
  • 2 Moura;
  • 3 Beja;
  • 5 Évora;
  • 11 Almeida;
  • 6 e 9 Chaves
  • 12 Bragança.
  • Regimentos de Artilharia
  • 1 S. Julião,
  • 3 Estremoz,
  • 2 Faro,
  • 4 Porto.
Fonte:Lagos militar

  • Uma nota da Junta Central de Espanha
No dia 16 de Outubro a Junta Central de Espanha, constituída para fazer frente ao rei usurpador José Bonaparte, enviou uma nota à regência portuguesa em Lisboa, retomando as relações entre os dois países interrompidas desde que Carlos IV, pai de Carlota Joaquina declarara guerra a Portugal.

Esse reatar de relações inseria-se num movimento diplomático, que lembrando a importância da nossa rainha, na sucessão da coroa espanhola, atendendo ao facto de após o que se chamou o Motin de Aranjuez, o seu irmão Fernando VII ter ocupado o trono de Espanha depondo o pai ,mas que por sua vez Napoleão tinha substituído pelo se irmão José Bonaparte.

Por tudo isto, chegou muita gente a ponderar a possibilidade da Rainha, se retirar para os territórios Espanhóis no rio da Prata onde hoje se situa o Uruguai e a Argentina, iniciando um movimento absolutista independente dos reinos de Portugal e de Espanha, embora sob protecção inglesa,

Na amalgama de interesses a posição que oficialmente Carlos Joaquina assumiu foi a resposta que deu à Junta Central foi a que estaria pronta para passar para esse domínios espanhóis para ocupar a regência por todo o tempo que o meu querido irmão e demais família permaneçam na sua actual desgraça

terça-feira, 22 de maio de 2012

Acontecimentos no ano de 1808-9ºparte

  • Retirada de Junot e do exercito francês
A declaração de derrota dos franceses feita na Convenção de Sintra, a 30 de Agosto de 1808, na qual foi assinado um acordo entre a Inglaterra e a França, encerrou a primeira invasão francesa a Portugal, sendo que Junot teria de retirar as suas tropas sem maiores perdas e em segurança, retirada que se iniciou a 15 de Setembro

Este acordo foi criticado como disse anteriormente não só por algumas individualidades portuguesas mas também pela corte inglesa, que condenou o facto dos oficiais britânicos em Portugal, permitirem a retirada dos franceses de modo tão pacífico e sem qualquer consequência de maior.

Feito este acordo, Wellington ganhou o controle de Lisboa e da linha de defesa da barra do Rio Tejo, sem necessidade de combate.

  • A Legião portuguesa ao serviço de Napoleão
Uma política napoleónica repetida em todos os países era a formação dum exercito nos países invadidos que eram afastados do seus pais e englobados no exercito francês para combater noutros países em Portugal, ficariam estacionadas somente as tropas francesas.

A Legião Portuguesa então formada contava com cerca de nove mil homens, assim distribuídos: os soldados dos 24 regimentos de Infantaria formavam cinco de Infantaria e um de Caçadores a Pé; com os doze regimentos de cavalaria formou três, dos quais um com artilharia.

O general Junot escolheu para chefiar a Legião Portuguesa o general de Divisão D. Pedro de Almeida, marquês de Alorna, coadjuvado por um segundo-comandante, o tenente-coronel Gomes Freire de Andrade, um antigo combatente nas tropas de Catarina II da Rússia, onde se notabilizara na conquista de Oczacov, e que também combatera no Rossilhão

A partida da Legião Portuguesa foi marcada para Abril de 1808. Em Junho desse ano, esta já se encontrava em França, com menos de três mil membros, que entretanto desertaram pelo caminho (em Espanha, pois recusavam-se a combater por Napoleão), onde foi inspeccionada pelo imperador.

A Legião Portuguesa fora também alvo de um decreto, publicado em França a 5 de maio, que a organizava e estabelecia formalmente, recebendo o nome que a acompanhou até 1813.

A segunda divisão da Legião Portuguesa voltou a Espanha, por onde passara recentemente na viagem para França, para ajudar as tropas francesas a controlarem as revoltas contra os invasores, que entretanto tinham rebentado neste país.

Deste modo, os soldados portugueses vieram a participar, por exemplo, no cerco de Saragoça, de 2 de Junho a 13 de Agosto, onde pereceram para cima de 140.

As baixas sofridas pelas forças invasoras e os seus aliados levaram Napoleão a reorganizar a Legião Portuguesa, que de seguida foi enviada para Grenoble.

Em Março do ano seguinte, Napoleão ordenou a organização de uma décima terceira meia-brigada, composta por soldados portugueses que foram integrados nos granadeiros do marechal Oudinot, onde estes se destacaram a ponto de o imperador ter ordenado, a 12 de Junho, que estes recebessem o mesmo pré e os oficiais o mesmo soldo que os militares franceses de igual patente.

Em 1809, os soldados portugueses voltaram a evidenciar-se em Aspern e em Wagram (somente com 1800 efectivos), onde foram decisivos para a vitória francesa e onde sofreram 491 baixas, entre as quais a do marquês de Loulé.

Fonte: Infopédia